A clínica lança a consulta no sistema que já usa. As notas de cada beneficiário — a do médico pela parcela dele, a da clínica pela dela — saem corretas, no prazo e conferíveis.
Sem instalar nada. O conector busca os atendimentos — você não empurra dados.
Cada atendimento com médico PJ gera obrigação fiscal para mais de um emitente. Hoje isso vira planilha, WhatsApp e retrabalho.
Alguém confere o relatório do ERP e calcula o repasse de cada médico na planilha. Um erro de fórmula vira nota emitida com o valor errado.
Cobrar cada profissional para emitir a nota dele, um por um, todo mês. Nota fora do prazo é risco fiscal que só aparece na fiscalização.
O médico contesta o percentual e ninguém sabe qual regra valia em março. Conflito com o corpo clínico sem trilha para resolver.
Um atendimento vira N notas independentes. O atendimento só é “faturado” quando todas estão autorizadas.
Um conector agendado consulta a API do ERP e traz os atendimentos novos desde a última sincronização.
Cada atendimento é traduzido para um contrato canônico único. O núcleo não sabe de qual ERP veio.
O motor de rateio aplica a regra vigente na data e monta o plano: quem emite, quanto, com qual certificado.
Gera a nota de cada emitente — o que o diagrama ao lado mostra. Nada é síncrono: fila com retry e backoff quando a prefeitura falha.
Falha parcial nunca é silenciosa: é estado visível e acionável, com a ação de destravar no contexto.
O sistema confere contra o provedor e reconcilia sozinho callbacks perdidos ou atrasados.
O split fiscal elimina a bitributação sobre o repasse do médico. Ajuste com os seus números — a regra e as premissas estão à vista.
R$ 11.760 por mês a menos em imposto
Como a conta é feita: sem split, a clínica é tributada sobre o faturamento inteiro e o médico ainda emite a nota do repasse — o repasse paga imposto duas vezes. Com o split, cada um emite só a sua parcela, e a economia é o imposto da clínica que deixa de incidir sobre o repasse. Alíquotas efetivas são estimativas — confirme com seu contador. Não movemos dinheiro: o cálculo é fiscal.
Emitir NFS-e virou commodity. O difícil — e defensável — é o vertical do rateio médico feito certo.
Regra versionada por vigência e precedência por especificidade. Nada de “editar”: encerra-se uma vigência e cria-se outra. A prova de qual percentual valia resolve a contestação.
Um atendimento, N notas independentes, cada uma com seu certificado e ciclo de vida. Falha de uma não bloqueia as outras — e o fechamento não deixa centavo sobrar.
Certificado em nuvem por profissional. Senha e arquivo nunca são logados nem persistidos. Alertas de expiração em D-30, D-7 e no dia.
A clínica não troca de sistema nem instala nada. A sujeira de cada ERP fica contida na tradução; o núcleo nunca sabe de onde veio.
O repasse do médico deixa de ser receita da clínica: cada beneficiário emite a própria nota e é tributado no regime dele. É a eficiência fiscal do split — e nós não movemos um centavo do seu caixa, só o documento fiscal sai certo.
Cada profissional vê o que recebeu, agrupado por competência e com a regra que valeu na data. Acaba a planilha de conferência e o “quanto foi meu repasse?” no WhatsApp.
Vazamento ou uso indevido não é bug — é evento terminal. Conformidade é arquitetura, não checklist.
Eventos append-only, rateio congelado por snapshot na emissão. A prova de auditoria é feature de venda.
Nada de diagnóstico ou CID na nota. Documentos sempre mascarados — a tela mais fotografada da clínica.
Garantido por RLS no banco, na mesma migração que cria a tabela — não por filtro que alguém esquece.
Prefeitura fora do ar, callback perdido, certificado expirado: falha, reprocessa e reconcilia.
Coletamos um atendimento de exemplo, aplicamos as suas regras de rateio e mostramos as notas de todos os emitentes saindo — com a trilha de auditoria junto.